domingo, 7 de novembro de 2010

Dom Demétrio Valentini - Grandeza de Ânimo - 03/11/2010 - 10:13


A hora é de magnanimidade. O momento é de respeitar, relevar, e perdoar. Todos convidados para a grandeza de ânimo.

Publicados os resultados das eleições, urge festejar a democracia. Por mais frágil que tenha se mostrado durante a campanha, ela acabou se fortalecendo com esta eleição. Podemos fortificá-la mais ainda, se soubermos levar adiante as muitas lições que esta campanha nos deixa.

Quem dá o exemplo é Dilma Rousseff, a candidata eleita Presidente do Brasil. Em seu discurso de domingo à noite, logo após a publicação dos resultados, disse textualmente: “ Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles.”

Estas palavras têm mais força do que todas as injúrias e difamações que a candidata recebeu durante a campanha. Tornam ainda mais expressiva sua vitória.

A nobre atitude do perdão, precisa vir acompanhada da lúcida constatação dos fatos, e dos desafios que eles nos apresentam.

Na verdade, a candidata Dilma Rousseff precisou enfrentar uma avalanche enorme de obstáculos, desencadeados sobretudo pela carga de preconceitos, cuja virulência surpreendeu, e mostrou quanto a sociedade brasileira ainda está impregnada de resíduos tóxicos da ditadura militar.

O fato de uma candidata ter sido vítima da truculência do regime ditatorial, em vez de servir de oportunidade para lavar a honra de todos os que foram presos arbitrariamente pela ditadura, acabou dando o pretexto para muitos se acharem no direito de vestirem a carapuça de torturadores, e descarregarem sobre a candidata o ódio destilado nos porões do regime militar.

Esta pesada constatação nos coloca um grande desafio. Muitos assim pensam e fazem sem terem culpa das motivações equivocadas que movem seus preconceitos. Não sabem o que foi a ditadura militar. A anistia foi pactuada. Mas de novo se comprova que ela não pode prescindir da memória histórica, que precisa ser cultivada e trabalhada, para que toda a sociedade, conscientemente, erradique no seu nascedouro as sementes da ditadura, que foram plantadas com eficácia pelo regime militar. Caso contrário, elas continuam germinando, e produzindo seus frutos maléficos. A Escola precisa ensinar a verdadeira história da ditadura militar.

Este trabalho só pode ser feito com sucesso, se vier acompanhado da garantia do perdão e da superação de todo e qualquer tipo de vingança. De novo, as circunstâncias apelam para a grandeza de ânimo, que não significa timidez ou subserviência.

O exercício da cidadania, em tempos de campanha eleitoral, precisa levar em conta as circunstâncias de cada um. O que se pede de todos é o voto. Mas existe largo espaço de atuação, visando fornecer critérios para o discernimento dos eleitores.

Atendendo ao apelo de minha consciência, também procurei dar minha pequena contribuição. Agradeço as milhares de manifestações, públicas ou particulares, que expressaram sua concordância com as ponderações que fui fazendo cada semana, ao longo da campanha. Agradeço também aos que sensatamente ponderaram suas divergências, às quais procurei responder com respeito e atenção.

Por outro lado, recebi também algumas furiosas contestações, e alguns ataques de caráter pessoal, carregados de ódio, e revestidos da presunção de seus autores de se julgarem os justiceiros da ira divina, para condenarem ao inferno todos os seus desafetos.

Pela exorbitância de suas acusações, devo avisá-los que mereceram destino menos solene que o inferno. De modo que ainda podem contar com meu perdão.

Além do mais, não me preocupo com julgamentos humanos. Como Davi, também prefiro mil vezes cair nas mãos de Deus, do que ser julgado pela justiça humana.

Mas o resultado dessas eleições nos convida a tirar muitas outras lições, que, estas sim, nos motivam a deixar de lado condenações ou represálias, e contribuir com tudo o que estiver ao nosso alcance para levar em frente a nobre tarefa de construirmos juntos um Brasil justo e solidário.


Fonte: Dom Demétrio Valentini
Local:Jales (SP)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

BALANÇO GOVERNO LULA E GOVERNO FHC


O Brasil vive um grande momento. Há mais de sete anos, o país cresce, distribui renda, controla a inflação, aumenta a oferta de crédito. Tudo isso aliado a uma vigorosa política social.

Os indicadores econômicos e sociais que elencamos abaixo comprovam que a população está vivendo melhor, com mais comida na mesa, maior poder de consumo e mais oportunidade de crescer na vida, com trabalho e renda em alta.

Dilma é a única garantia de que o país continuará nesse caminho de crescimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades iniciado pelo presidente Lula.

Para o Brasil Seguir Mudando, vote 13, vote Dilma!

Economia

Salário Mínimo - o salário mínimo passou de R$ 200,0 em 2002 para R$ 510,0 em 2010. Na comparação com o dólar, passou de US$ 81,0 para US$ 288,0 no mesmo período. O poder de compra do mínimo subiu de 1,4 cestas básicas em jan/03, para 2,4 cestas básicas em jul/10.

Emprego Formal – o Governo Lula gerou 14,7 milhões de empregos (jan/03 a set/10), enquanto o Governo FHC (1995 a 2002) criou apenas 5,0 milhões de empregos. Pela primeira vez, o Brasil tem mais empregos formais do que informais.

Taxa de desemprego – em 2002, a taxa de desemprego era 9,2%. Em set/10, chegou a 6,2%, a menor taxa desde o início da medição pelo IBGE.

Inflação – a inflação baixou de 12,53% a.a., em 2002, para 4,31% a.a. em 2009.

Exportações – subiram de US$ 60,3 bilhões, em 2002, para US$ 152,9 em 2009.

Reservas internacionais – passaram de US$ 38,0 bilhões em 2002 para US$ 275,0 bilhões em 2010.

Dívida com o FMI – FHC entregou o governo com uma dívida acumulada de US$ 20,8 bilhões, em 2002. O Governo Lula quitou toda a dívida em 2005, e, hoje, é credor externo, tendo emprestado US$ 10,0 bilhões ao FMI em 2009.

Investimento Público (Governo Federal e estatais) – a taxa de investimento passou de 1,4% do PIB em 2003, para 3,2% do PIB (abr/10).

Risco Brasil – teve pico de 1.439 pontos base em 2002. Com o Governo Lula, chegou a 206 pontos em set/10.

Dívida pública líquida – a razão da dívida pública sobre o PIB estava em 60,6% em 2002, último ano do Governo FHC. Com o Governo Lula, esta razão caiu para 41,4%.

Agricultura

Safra de grãos – em 2002, foram colhidas 97,7 milhões de toneladas de grãos. Já em 2010, são 148 milhões de toneladas – a maior safra da história.

Pronaf – o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinou, na safra 2002/2003, R$ 2,4 bilhões para os pequenos produtores brasileiros. Na safra 2010/2011, esse valor subiu para R$ 16,0 bilhões.

Programa de Aquisição de Alimentos – com o programa, o Estado compra diretamente a produção de 92.642 pequenos agricultores brasileiros, dando segurança à agricultura familiar. O programa não existia no Governo FHC.

Eletrificação Rural – o Programa Luz no Campo, de FHC e Serra, realizou 290,7 mil ligações de energia elétrica no campo brasileiro. Já o Luz Para Todos, de Lula e Dilma, já acumula 2,5 milhões de ligações.

Reforma agrária – no Governo Lula, foram incorporados 46,7 milhões de hectares no Programa de Reforma Agrária, beneficiando 574.609 famílias, com a criação de 3.348 assentamentos. Até então, havia pouco mais de 330 mil famílias assentadas.

Desenvolvimento Social

Estrutura social – em 2002, 44,7% da população brasileira era pobre, ou seja, tinha renda per capita mensal de até meio salário mínimo. Em 2009, somente 29,7% da população era considerada pobre. Isso significa que 27,9 milhões de pessoas superaram a pobreza entre 2003 e 2009. E 35,7 milhões de pessoas ascenderam às classes AB e C. Pela primeira vez na história, a classe média é maioria no país.

Desigualdade de renda – o Índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, caiu de 0,587, em 2002, para 0,539 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, mais desigualdade, quanto mais próximo de zero, menos desigualdade.

Índice de Desenvolvimento Humano – subiu de 0,790 para 0,813 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, melhor a qualidade de vida da população.

Programas de transferência de renda – a soma de todos os programas de transferência de renda do Governo FHC no ano de 2002 é de R$ 2,3 bilhões. O Bolsa Família, em 2010, soma recursos de R$ 14,7 bilhões.

Benefício de Prestação Continuada (BPC) – o BPC, que atende idosos e pessoas com deficiência, chegava a apenas 1,6 milhão de pessoas em 2002, com recursos de R$ 3,4 bilhões. Hoje, o programa possui mais de 3,3 milhões de beneficiários, com recursos de R$ 20,1 bilhões.

Equipamentos sociais – já são quase 7 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), que são a porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social, criado pelo Governo Lula. No Governo FHC, não havia CRAS nenhum.

Restaurante popular – não existia nenhum restaurante popular no Governo FHC. Com Lula e Dilma, 89 já estão em funcionamento.

Liderança mundial no combate à fome – o Brasil ficou no topo do ranking dos países em desenvolvimento na luta contra a fome, elaborado pela ONG Action Aid, pelo 2º ano consecutivo.

Saúde

Desnutrição infantil ­– caiu 61%, passando de 12,5% em 2003, para 4,8% em 2008.

Taxa de mortalidade infantil – caiu de 24,3 mortes por mil nascidos vivos em 2002, para 19,3 por mil em 2007.

Saúde da Família – em 2002, 4.163 municípios eram atendidos por 16.734 equipes. Já em 2010, 5.275 municípios são atendidos por 31.500 equipes.

Agentes comunitários de saúde – eram 175.463 agentes em 5.076 municípios em 2002. Hoje, são 243.022 agentes em 5.364 municípios.

Equipes de saúde bucal – eram 4.261 em 2002. Hoje, são 20.103 equipes de saúde bucal, que cobrem quase metade da população brasileira.

Serviços de reabilitação – os recursos do Ministério da Saúde destinados ao atendimento de pessoas com deficiência saltou de R$ 129,6 milhões em 2002, para R$ 538,4 milhões em 2009.

SAMU 192 – Hoje, 1.437 municípios são atendidos pelo SAMU, que não existia antes do Governo Lula. São 1.956 ambulâncias que correm o Brasil atendendo casos de urgência.

Assistência farmacêutica – os recursos do Ministério da Saúde destinados para a distribuição de medicamentos no SUS passou de R$ 660,16 milhões em 2002 para R$ 2,36 bilhões em 2010.

Educação

Analfabetismo – a taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 11,9% da população, em 2002, para 9,6% em 2009.

Ensino Técnico – o número de escolas técnicas cresceu 2 vezes e meia com o Governo Lula. Até o final de 2010, estarão funcionando 214 novas escolas. Serra e FHC só fizeram 11 escolas.

Prouni – com o Prouni, 748,7 mil jovens de baixa renda receberam bolsas de estudos para entrar no ensino superior. Com FHC e Serra, o Prouni não existia.

Universidades Federais – Lula e Dilma criaram 15 novas universidades e, até o final de 2010, terão inaugurado 124 novos campi, a maioria pelo interior do país. Serra e FHC só criaram 1 universidade, em função da criação do Estado de Tocantins.

Matrículas no ensino superior – o número de matrículas no ensino superior cresceu 63% entre 2003 e 2009, passando de 3,94 milhões para 6,44 milhões.

Educação especial – o número de salas de aula com recursos multifuncionais para atender alunos com deficiência passou de 250 em 2005 para 10.000 em 2009.

Orçamento do MEC – o orçamento total do MEC no Governo FHC (1995-2002) foi de R$ 214,8 bilhões. Já no Governo Lula (2002-2010), os recursos destinados ao Ministério somam R$ 317,2 bilhões.

Alunos inscritos no ENEM – no Governo FHC, 4,35 milhões de estudantes prestaram a prova do ENEM. Com o Governo Lula, a prova passou a ser utilizada como porta de entrada do Prouni e das Universidades Federais. Com isso, o número de estudantes que fizeram a prova foi para 21,93 milhões (2003-2009).

Alimentação escolar – o número de estudantes que recebem alimentação na escola saltou de 36,9 milhões, em 2002, para 47,0 milhões em 2009.

Segurança Pública

Investimentos federais – os recursos destinados para a Segurança Pública pelo Governo Federal eram de R$ 906,9 milhões em 2002, último ano do Governo FHC. Em 2010, último ano do Governo Lula, serão mais de R$ 3,3 bilhões.

Política urbana

Investimentos em Habitação – os recursos aplicados em habitação eram R$ 7,0 bilhões em 2002. Em 2009, foram R$ 63,3 bilhões.

Minha Casa, Minha Vida – o Governo Lula criou o Minha Casa, Minha Vida, que vai construir 1 milhão de moradias – a maior parte destinada para a população mais pobre. No Governo FHC, não existia nenhum grande programa de habitação popular.

sábado, 23 de outubro de 2010

Marina, Chico Mendes, e a Coroa de Cristo


E os soldados, tecendo uma coroa de espinhos,

puseram-lha sobre a cabeça e vestiram-lhe um manto de púrpura...

João 19:1-11

Nas últimas semanas, o Brasil, especialmente a partir do dia três de outubro está vivendo um clima de tragédia grega, transformando a primavera comumente conhecida como um festivo de final de Big Brother Brasil, numa narrativa épica. Dentre os personagens que se destaca está Marina Silva, acriana, analfabeta até a sua adolescência que, pela mão generosa do destino se transformou numa espécie de “jóia da coroa”. Mas o que fez Marina para merecer tamanha honra de mudar o rumo da história, escolhendo qual lado vai ficar? É inegável o peso depositado em suas mãos, nos próximos dias, mas é inegável, também, que nem tudo depende dela e, sim, das circunstâncias que mudam dia após dia, como sabemos. A história é implacável e não permite erros de cálculo, muito menos de percepção. Ao lembrarmos de onde surgiu Marina, criamos uma alternativa de colocar a questão em seu devido lugar. No caso de conseguimos entender o que podemos esperar dessa frágil criatura humana, tanto melhor; e se por alguma razão esta se ver diante da mesma questão, o alerta provará que o velho ditado popular, “o que é do homem o bicho não come”, é verdadeiro. Veremos!!!

Qual o maior patrimônio político de Marina Silva, candidata derrotada (?) na eleição do primeiro turno de 2010? Segundo ela mesma (que sempre fez questão de sublinhar), é o seu convívio com Chico Mendes, líder seringueiro, assassinado em dezembro de 1988. Paradoxalmente, ele caiu numa tocaia pouco depois de o Brasil ter votado à sua nova Constituição, precedida de um grande debate, Nacional, o que permitiria entrarmos no século XXI sem o atraso do qual era refém. A primeira aparição de Chico Mendes, para nós que vivemos no sul do país, aconteceu num Encontro Nacional da CUT, naquele mesmo ano. Foi ali que conhecemos o líder sindical que nos foi apresentado por Clara Ant, na oportunidade, além de outras atividades, era diretora do Sindicato dos Arquitetos de São Paulo. Chico Mendes pretendia conhecer todos os seguimentos profissionais, e esta apresentação tinha como objetivo a aproximação com os artistas que, na oportunidade, não tinha a mesma força do início da década. Mesmo assim, na rápida conversa que tivemos deu para perceber que Mendes possuía plena convicção de sua força e procurava ampliá-la a respeito do homem, como sendo o centro do Universo. Pena que o conteúdo dessas denúncias, só veio a ter visibilidade, após o seu assassinato. Ele trouxe àquele Encontro um documento, intitulado União dos Povos da Floresta, o qual foi discutido e aprovado. Nele, ele defendia a união de seringueiros, indígenas, e a população trabalhadora da Região Amazônica. Não me recordo de ter visto Marina neste encontro, mas não é difícil imaginar a sua importância nesse contexto, pois ela já havia passado por uma eleição visando a Constituinte, dois anos antes (sem sucesso) e, naquele momento, lutava para ocupar uma vaga na câmara municipal de Rio Branco, capital do estado do Acre. Dessa vez, Marina foi eleita, em novembro daquele mesmo ano, poucas semanas antes da violência contra o seu líder, Chico Mendes. Não tenho nenhuma dúvida de que tanto o prestígio como e a clareza desse grande líder foi fundamental para garantir a sua eleição, naquele pleito. Também não tenho dúvidas que o confronto proposto pelo líder seringueiro, tinha como objetivo desafiar os poderosos reunidos em torno da UDR, até porque foram eles que subsidiaram a sua morte, semanas depois. As questões ambientais entre nós, até meados de 88 (há 24 anos, portanto) eram conhecidas não mais como um exercício de liberdade, praticado pelo Partido Verde, na Alemanha, ou através de notícias vagas a respeito do Greenpeace, no combate da caça ás baleias. Foi Chico Mendes, ainda, quem superou todas as contradições entre a luta social e a luta pela proteção da floresta e do planeta. Ele utilizou a questão ambiental para impulsionar a luta social, e não o contrário. Muito diferente, portanto, do que pregam todos os líderes dos verdes, hoje, sem distinção.

Na atualidade, outubro de 2010, Marina Silva tem dois caminhos a seguir: um social, ao lado da camada da população que começa a experimentar perspectivas de uma vida melhor, ou uma aliança justamente com os principais adversários de Chico Mendes, que misturam a conservação da floresta e do meio ambiente com a conservação de privilégios, que não nos deixam entrar com vigor e alegria no que os próprios “verdes” anunciam como Futuro. Imagino que esta não seja lá uma decisão muito fácil, pois é de se esperar que não tenha esquecido de sua origem humilde, e também como a sua luta política teve início. Juntamente com o impasse dessa acriana, que repentinamente se tornou a “jóia da Coroa” assistimos uma outra mulher passando de uma das vítimas da ditadura, para uma criminosa através de uma campanha vil e covarde, aonde se vê mecanismos de infâmia desde os mais arcaicos sendo utilizados, como a condenação daqueles que não tem fé, até o uso de instrumentos mais modernos como a disseminação virtual de e-mail’s, a exemplo do tal Emílio Canalha. Permeando isso tudo setores da imprensa agem, não como um retrato crítico e independente da sociedade, mas fazendo parte dessa engrenagem sórdida e de interesses econômicos explícitos e inequívocos. Esta perseguição não é muito diferente, daquela sofrida por Chico Mendes. A diferença é que neste caso, a conhecemos após a sua morte. Por esta razão, é sempre bom lembrar, e Marina sabe disso, que numa de suas prisões (antes 79) ele foi torturado por seus opositores, em Xapuri. Chico Mendes lutou, bravamente, para processar seus algozes após a Anistia, mas a Justiça não lhe deu ganho de causa.

Penso ser difícil afirmar de que lado estaria hoje personagens, como Chico Mendes, Vladimir Herzog e Aurora, até porque todos estão mortos, e isso é o que temos a lamentar. Podemos afirmar se eles estivessem vivos, com certeza, o mundo seria muito melhor. Mas quem foi Aurora? Ela é a terceira personagem, vítima de um mundo em transformação (Aurora Maria Nascimento Furtado - nascida em 13/6/1946, e morta em 10/11/1972, no Rio de Janeiro) (*). Foi uma mulher, igualmente filha da classe média e que, igualmente jovem, escolheu lutar para libertar o seu povo. Aurora, da mesma forma ingressou na luta clandestina contra o regime militar. Quando presa durante um confronto contra as forças de segurança, foi levada às pressas para os porões da Ditadura e lá lhe aplicaram um instrumento, monstruoso, conhecido como “Coroa de Cristo”. Consistia num torniquete redondo, que colocado em sua cabeça com vários parafusos atarraxados iam sendo apertados, na medida em que ela resistia ao interrogatório. A ação dos torturadores tinha como objetivo, arrancar dela o mais rápido possível, informações de onde se encontravam seus companheiros, antes que estes apagassem provas e que outros parceiros pudessem fugir de um cerco. Aurora, como conseqüência, morreu com o cérebro esmagado e o que sobrou dela, além da dor dos amigos e familiares foi uma foto em branco e preto, desfocada. Além desse macabro intento (arrancar confissão á força), os órgãos de repressão pretendiam semear o terror, e conseguiram. A partir daí qualquer preso, em poder dos órgãos de repressão, poderia ser supliciado dessa mesma forma. O que se sabe (felizmente), é que este tormento não voltou a ser utilizado até o final do Regime (1979), quando justamente Marina começou a sua vida sindical, e o Brasil entrava em nova etapa histórica, dessa vez com a Anistia.

Esperamos que ela, Marina Silva, possa lembrar que tem, sim, uma grande responsabilidade em suas mãos e que, por isso, não poderá titubear - a história não lhe dará duas chances. A senadora deve saber que os subterrâneos da luta política não vêm a público, salvo para desqualificar os seus personagens. Ela há de pensar em Chico Mendes, seu tutor, e talvez também em Aurora. Não poderá esquecer que a História foi escrita, não por santos, mas por homens e mulheres, entre estes, os milhares que deram sua própria vida por um mundo melhor e mais humano.

Jair Alves - dramaturgo - São Paulo

jairmacunaima@gmail.com

(*) http://www.torturanuncamais-rj.org.br/MDDetalhes.asp?CodMortosDesaparecidos=109

Brasil, Ódio ou Esperança


A candidatura Serra assumiu de vez e irreversivelmente a feição de uma direita anacrônica, reacionária e intolerante. Cada vez mais, atrai o que há de pior na política nacional: fundamentalistas religiosos, membros da TFP e da Opus Dei e até mesmo nos ataques do submundo da internet indivíduos que pertenceram à juventude nazista e aos órgãos de repressão da ditadura. Virou uma espécie de Tea Party tupiniquim, uma UDN paulista, que julga ser sua missão salvar o país daqueles que vêm mudando a injusta ordem política e social do Brasil. É uma candidatura que exala o ressentimento de uma velha elite que vê alarmada a ascensão de novas forças sociais, que perdeu o poder e tenta reconquistá-lo a qualquer custo. A candidatura Serra é a candidatura do ódio.
Não adianta apelar para a biografia da juventude do candidato. Uma candidatura é uma construção coletiva. O que interessa é o quê e quem ela representa. E a candidatura Serra representa os interesses dos setores mais conservadores e reacionários do espectro político brasileiro, bem como de parcelas antigas da classe média que não absorveram bem a ascensão de milhões de pobres ao mercado de consumo e à cidadania. Ela também tem um forte componente regional, pois é muito centrada no Sudeste, especialmente em São Paulo, estado que vem perdendo hegemonia política e econômica, exatamente pela falta de sincronia com as mudanças estruturais que deram um novo dinamismo ao Brasil a partir do governo Lula.

A candidatura Serra representa retrocessos significativos na vida política do país.

Em primeiro lugar, haveria retrocessos substanciais na política externa. Serra nunca escondeu sua aversão ao que ele chama desdenhosamente de “integração cucaracha”. Há poucos meses, chegou a dar agressivas e desastrosas declarações qualificando o Mercosul de “farsa”e “desastre” para os interesses nacionais. A sua equipe de embaixadores conservadores de pijama recomenda o fechamento de embaixadas em países do chamado Terceiro Mundo, esterilizando o esforço de expansão da representação brasileira no planeta, e a concentração da nossa política externa nos países “que importam”, isto é, EUA, UE, Japão, etc. Ainda não chegou aos ouvidos e às mentes da candidatura Serra, saudosos do projeto ALCA, que houve notáveis mudanças na geoeconomia e geopolítica mundiais. Nos últimos anos, os países emergentes vêm exibindo dinamismo econômico e comercial superior ao das nações mais avançadas, muito afetadas pela crise. Assim, a ênfase do governo Lula na cooperação Sul-Sul, que foi conceituada preconceituosamente de “ideológica, revelou-se, na realidade, pragmaticamente muito bem-sucedida. Seus alentados superávits, que não podem ser explicados apenas pelos preços das commodities, foram de fundamental importância para a superação da vulnerabilidade externa da nossa economia, que predominava no governo FHC/Serra. O enorme avanço do protagonismo internacional do Brasil, construído ao longo do governo Lula, se deve, em grande parte, à ênfase na integração regional e a essa aposta estratégica na articulação com os demais países emergentes. A candidatura Serra, defende a volta a era FHC e ao alinhamento com os interesses da única superpotência, com graves prejuízos à integração Sul Americana e a nossa inserção soberana no cenário mundial.

Outro campo no qual teríamos retrocessos é o social. Obviamente, Serra não encontra espaço político para defender a extinção de programas como o Bolsa Família, o Prouni, o Luz para Todos e outros programas sociais de alto impacto na distribuição de renda e na expansão das oportunidades. Contudo, não há compromisso da candidatura PSDB/DEM para que a distribuição de renda e a eliminação da pobreza tenham centralidade, como tiveram no governo Lula e como teriam num Governo Dilma. As forças conservadoras que apóiam Serra sempre foram muito críticas, em relação a esses programas. Por interesses objetivos no gasto e investimentos públicos e por ideologia, esses setores consideram que a eliminação da pobreza e a distribuição de renda são fundamentalmente variáveis dependentes do crescimento econômico. São problemas que caberia essencialmente ao “mercado” resolver. Quaisquer desvios relativamente a esse ideário liberal são encarados, por tais setores, como “populistas”. Portanto, é altamente provável que esses programas sejam, de algum modo, “revistos”, ao sabor das exigências “orçamentárias” e das conveniências econômicas e fiscais dos interesses estratégicos das grandes empresas privadas.

Alguns programas poderiam ser mais afetados. Um deles seria o da Reforma Agrária, pois a candidatura Serra está umbilicalmente associada aos setores mais retrógrados do campo, que resistem a reconhecer a relevância dos programas de apoio a agricultura familiar, como o fortalecido PRONAF, e as políticas comprometidas com os assentamentos agrários. Outro seria o programa de quotas para afro-descendentes nas universidades, que faz parte de uma política maior de afirmação dos direitos dos afro-descendentes brasileiros. Esse programa foi duramente bombardeado pela direita que apóia Serra. Os setores conservadores que apóiam a candidatura PSDB/DEM confundem raça com racismo e ressuscitaram o velho mito da “democracia racial” brasileira. Para eles, não há racismo no Brasil. Portanto, políticas de combate ao racismo seriam, nessa visão distorcida, inúteis e até mesmo contraproducentes, já que introduzem “valores racistas numa sociedade não-racista”. Serra está abertamente comprometido com a continuidade do silêncio institucional e político em relação ao racismo.

Por tudo isso, é razoável afirmar que a candidatura Serra, representa, a passividade frente a desigualdade social e a condição de pobreza que historicamente atingiu vastas parcelas da população, ou pelo menos a ausência de novos progressos mais significativos e pró-ativos na eliminação da pobreza e distribuição de renda. Num governo PSDB/DEM, a centralidade caberia ao capital e às conveniências do “mercado”. Em contraste, a vitória de Dilma asseguraria a continuidade, a intensificação e a expansão do esforço distributivo realizado pelo governo Lula, que foi de fundamental importância para o enfrentamento da crise e a dinamização do novo mercado interno de consumo de massas. O governo Lula retirou 28 milhões de pessoas da pobreza, o governo Dilma tem o compromisso fundamental de retirar as 21 milhões que ainda faltam.

O campo no qual teríamos o maior retrocesso seria o relativo à reconstrução do Estado brasileiro e do seu papel estratégico no desenvolvimento nacional. O antigo governo PSDB/DEM privatizou o que pôde do patrimônio público, muitas vezes a preços aviltados, abriu a economia sem o contexto balizador de uma política industrial, humilhou e arrochou os funcionários públicos, sucateou as universidades federais, “terceirizou” funções próprias a servidores federais e extinguiu mecanismos estatais de apoio ao desenvolvimento. Deu impulso ao chamado “Consenso de Washington” que inspirou o governo FHC e o governo Serra em São Paulo. O governo FHC/Serra sucumbiu ideologicamente ao receituário neoliberal, que contribuiu decisivamente, com suas diretrizes antiestatais e antireguladoras, para a crise mundial, e que hoje é duramente criticado até mesmo nas nações avançadas que nos impuseram esse modelo. Serra, que em plena crise aumentou a carga tributária e vendeu o único banco que restava no Estado de São Paulo, ainda acredita nesse receituário desastroso. Se eleito, com certeza estudará novas formas de transferir patrimônio público para o setor privado e de limitar a “intervenção do Estado na economia”. O “desenvolvimentismo” juvenil de Serra é apenas uma pálida e envergonhada lembrança porque sua candidatura começa e termina no apoio irrestrito ao livre funcionamento das forças de “mercado”.

Um setor está particularmente ameaçado. O pré-sal e a Petrobrás. Sem dúvida alguma, a candidatura Serra fará tudo, se vitoriosa, para fazer com que o pré-sal seja explorado com base no modelo de concessão. Nesse modelo, fazem-se leilões dos campos de petróleo e a empresa ganhadora torna-se proprietária do óleo assim que a broca atinge as reservas. Com isso, a União perde o controle estratégico dos mega campos de petróleo do pré-sal. No modelo de partilha, proposto pelo governo Lula, o Estado mantém a propriedade e o controle do petróleo, mesmo após a sua retirada dos campos, e a empresa é remunerada pelos serviços de exploração e extração. Além disso, no modelo proposto por Lula/Dilma a Petrobrás se mantém como a maior operadora. A reversão ao modelo de concessão, implementado pelo governo FHC/Serra é completamente inadequado para os novos mega campos de petróleo e permitiria a venda do pré-sal às grandes multinacionais do petróleo, que estão de olho numa das últimas grandes reservas de hidrocarbonetos do planeta. Entretanto, tal decisão seria uma tristeza para aqueles que, como Dilma, querem que os recursos do pré-sal sirvam para alavancar os investimentos nacionais e a inovação na cadeia produtiva de gás e petróleo, bem como novas condições de financiamento para as políticas sociais de combate a pobreza, as políticas educacionais e de sustentabilidade ambiental no Brasil.

Esses são alguns dos riscos concretos que a Candidatura do Ódio acarreta. A população precisa ficar a eles atenta. A candidatura Serra é um projeto que representa o aborto do futuro de um Brasil mais justo, solidário e soberano, que começou a ser construído por Lula/Dilma. Em 2002, a candidatura Serra teve o medo como centro tático, porque era muito difícil defender a continuidade do governo FHC. Seu discurso na época foi amparado pela grave crise cambial, pelas políticas recessivas do FMI, pelo ambiente de forte especulação financeira e pelo apoio militante dos analistas de mercado que difundiam o medo frente a ameaça de perda completa da estabilidade econômica e risco de instabilidade institucional com um eventual governo Lula. Hoje, Serra repete o mesmo roteiro, tenta se dissociar do governo FHC que foi um dos principais formuladores e que serviu por oito anos. Não tem argumentos para comparar o governo FHC com o Governo Lula e fez muito pouco e para poucos no governo tucano de São Paulo. E assim, recorre ao ódio como eixo de sua campanha eleitoral. Mas a nossa convicção é que a esperança, que em 2002 derrotou o medo, agora irá derrotar o ódio. O Brasil que deu certo caminha para eleger a primeira mulher presidenta da República: Dilma.


Aloizio Mercadante

São Paulo, outubro de 2010

EM DEFESA DA JUVENTUDE


Jovens Católicos sobre o Processo Eleitoral

O processo eleitoral nos desafia a refletir sobre que tipo de projeto de desenvolvimento se coloca para a sociedade brasileira, em especial para a juventude. A despeito dos largos passos dados nos últimos anos na construção da pluralidade religiosa e no combate a intolerância, temos assistido no Brasil um processo fundamentalista de criminalização da atividade política de quem, a partir da fé e do envolvimento comunitário, quer transformar a realidade. Ao mesmo tempo, este processo cria uma indevida utilização dos preceitos religiosos para o benefício de uma candidatura escondendo, por trás do discurso da moral, a posição política daqueles que querem de volta o conservadorismo e a lógica neoliberal para o centro do comando do executivo federal do país.

Assim como dezenas de intelectuais, agentes de pastoral, bispos, padres, religiosos e religiosas nós, jovens católicos abaixo-assinados, posicionamo-nos em defesa de um Brasil justo, livre e igualitário e combatemos o retrocesso conservador representado pela candidatura do tucano José Serra (PSDB). Sabemos a partir do que fez à frente do poder público como Prefeito de São Paulo, Governador e Ministro do governo FHC que, apesar da pele de cordeiro, o candidato tucano representa o retorno ao receituário neoliberal, ao achatamento do salário mínimo, às privatizações, ao tratamento truculento aos movimentos sociais e às grandes taxas e impostos, além de tratar a juventude e os demais temas sociais que nos atingem direta ou indiretamente como casos de polícia, e não como base para políticas públicas específicas. Em outras palavras, o desrespeito à vida, à dignidade humana e a paz!

Recordamo-nos das grandes lutas travadas pelos movimentos populares contra os desmandos da Era FHC e, por isso, temos clareza de que um eventual Governo José Serra significaria grandes prejuízos às políticas de juventude, com fechamento dos espaços de diálogo com as organizações juvenis, redução dos recursos para os programas sociais e fortalecimento das políticas repressivas, com a caracterização de políticas de extermínio da juventude, notadamente a juventude negra. Além disso, a proposta de redução da maioridade penal, criminalizadora da juventude, que ataca os efeitos e não as causas, ainda hoje vigente no Senado, amplamente combatida pelos movimentos de juventude, pelas igrejas, pela CNBB e pela própria Conferência Nacional de Juventude, parte dos aliados conservadores do PFL/DEM que estão como vice na chapa de Serra.

Ao contrário do que vivemos no governo FHC assistimos no governo Lula a uma série de avanços no conjunto das políticas sociais e no diálogo com as organizações populares. Com forte colaboração da ministra Dilma Roussef a juventude brasileira participou de um importante processo de consolidação das políticas de juventude com a criação da Secretaria e do Conselho Nacional da Juventude, a realização da I Conferência Nacional de Políticas Juventude e recente aprovação da PEC da Juventude que assegura no texto da Constituição os/as jovens como sujeitos de direitos. Os próximos passos, que não podem ser ameaçados por um retrocesso, são a consolidação do Estatuto Nacional de Juventude e do Plano Nacional de Juventude.

A juventude católica abaixo-assinada saúda a candidata Dilma Roussef pela sua posição clara em defesa da dignidade humana, em defesa da juventude e compreende que em seu governo assistirá a continuidade de políticas como o PROJOVEM, PROUNI e Praças da Juventude, ao contrário das práticas dos governos de Serra (como prefeito e governador de São Paulo), marcados pelo autoritarismo e pela repressão ao movimento social.

Não podemos nos calar diante da leviana utilização do discurso religioso como forma de ofender a candidata Dilma Roussef. É evidente o respeito de Dilma aos valores cristãos, à unidade na diversidade, a dignidade da pessoa humana e a defesa da juventude. Acreditamos que a sua história se confunde com a luta pela democracia, pela liberdade religiosa e pela liberdade de imprensa. Não podemos acreditar na enxurrada de mentiras divulgadas diariamente com interesse de difamar a candidata.

Precisamos assumir com ousadia o nosso desafio militante e lançarmo-nos numa grande rede contra a mentira e defesa da juventude. Dilma concretiza, na presidência, a opção preferencial que vivemos enquanto comunidade católica na América Latina: a opção por todos e todas, especialmente por aqueles/as que mais precisam, os/as pobres e os/as jovens. Converse com seus colegas, amigos/as, vizinhos/as, colegas de trabalho e comunidade. Acesse o site www.dilma13.com.br e veja a versão verdadeira das muitas mentiras divulgadas pela internet, enfim, vamos as urnas eleger Dilma 13 e continuar nas ruas em trincheira por um Brasil livre, soberano e democrático.

Sou católico, Sou Jovem, Sou Dilma! No dia 31 de outubro vote 13!

Brasil, 18 de outubro de 2010.

1. Felipe da Silva Freitas – bacharel em direito, presidente do Conselho Estadual de Juventude e Coordenador Nacional da Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens, PJ (BA)

2. Hildete Emanuele Nogueira – secretária nacional da Pastoral da Juventude (BA)

3. Eric Moura - Equipe Nacional de Serviços da PJMP e Equipe da PJB (AM)

4. Tábata Silveira – estudante de direito e Articuladora Nacional da PJE (RS)

5. Iris Oliveira - Doutora Professora da UFRN e Assessora da PJMP (RN)

6. Robson Rodrigues – Doutor Professor da USP e Assessor Nacional da PJMP (SP)

7. Vanildes Gonçalves dos Santos - Mestre em Ciências Sociais, assessora da PJ do CEBI, professora da Universidade Católica de Brasília

8. Maurício Perondi – doutorando em educação e assessor nacional da PJE (RS)

9. Edney Santos Mendonça – Representante da PJ no Conselho Nacional de Juventude (AM)

10. Elis Souza dos Santos – pedagoga e membro da Coordenação Nacional da PJ (BA)

11. Ângela Maria da Silva – pedagoga e Coordenadora Nacional da Pastoral da Juventude (PI)

12. Paula Grassi – Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude (RS)

13. Marcelo Lírio da Silva, membro da Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude (ES)

14. Roberta Agustinho – pedagoga, Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude (SP)

15. Raquel Pulita Andrade Silva – Relações Públicas, compõe a Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude (DF)

16. Rubia Nascimento – Coordenação Nacional da Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens e coordenação Nacional da PJMP (AL)

17. Ana Rita de Castro – Presidente do Conselho Estadual da Mulher - GO e ex. Secretária da PJMP (GO)

18. Rodrigo da Rocha – Engenheiro Civil e Coordenação Nacional da PJMP (GO)

19. André Ferreira – Antropólogo e Equipe Nacional de Serviços da PJMP (GO)

20. Claudia S. da Silva - Assessora Nacional da PJMP e Assessora Regional da PJB Ne. 3 (BA)

21. André Fidelis – Coordenação Nacional da PJMP ( PE)

22. Laudiano Silva – Coordenação Nacional da PJMP (CE)

23. Rodrigo da Silva - militante da Pastoral da Juventude (SC).

24. Joaquim Alberto Andrade Silva – Publicitário, Assessor da Pastoral da Juventude (DF)

25. Alexandre Piero (Alex) - Conselho Municipal de Juventude de SP, PJ (SP)

26. Mayara de Queiroz Oliveira Ribeiro da Silva – Assessora da PJ Salvador (BA)

27. Fernando Zamban - Cáritas Brasileira Regional Sul 4 (SC)

28. Claudia Cristina Monteiro Lima - Assessora de Projetos - Instituto Marista de Solidariedade (DF)

29. Vanessa Aparecida Araújo Correia, jornalista, militante da Pastoral da Juventude, Santo Amaro (SP)

30. Pe. Wander Torres Costa (Pe. Wandinho) – Assessor da PJ, Mariana (MG)

31. Alessandro Hipólito - Secretário das PJs MG e ES, Belo Horizonte (MG)

32. Pe. Xico - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte, Ribeirão da Neves (MG)

33. Pe. José Geraldo - Assessor das CEBs Belo Horizonte, Ribeirão das Neves (MG)

34. Marcos Dantas - Instituto Paulista de Juventude – SP

35. Renato Eliseu Costa, PJ Diocese de Guarulhos, mestrando em Gestão de Políticas Públicas - USP (SP)

36. Pe. Antônio Brigido de Lima -Arquidiocese de Montes Claros, Bocaiúva (MG)

37. Ir. Rubens Falcheto - Vice Presidente da CRB-MG, Belo Horizonte (MG)

38. Ir. Joilson de Souza Toledo - Irmão Marista, Belo Horizonte (MG)

39. Ir. Luiz André da Silva Pereira, Marista Coordenação Provincial da Pastoral (DF)

40. Ir. José de Assis Elias de Brito –Marista, Brasília (DF)

41. Ir. José Augusto Junior - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte, Belo Horizonte (MG)

42. Ir. James Pinheiro dos Santos – Marista, Diretor do Centrio Marista de Juventude de Natal e Circuito Jovem/PB (RN)

43. Ir. Paulo Henrique Martins de Jesus – Marista, equipe de Assessoria PJ Regional Leste II (MG e ES)

44. Ir. José Leonardo dos Santos Borba, Irmão Marista, Secretário do Instituto de Pastoral da Juventude Leste II, Belo Horizonte-MG.

45. Frei Edvaldo Nunes - Frade Franciscano, Belo Horizonte (MG)

46. Pe. Alberto Panichella - Assessor Nacional da PJMP (AM)

47. Pe. Antonio Murilo de Paiva - Assessor Setor Juventude da Arquidiocese de Natal (RN)

48. Kleber Luiz Cardoso - Missionário e sacerdote estigmatino brasileiro, Assessor Arquidiocesano da Pastoral da Juventude em Asunción, Paraguay

49. Ir. Jane Cruz – militante da Pastoral da Juventude Estudantil (PA)

50. Pe. José Tadeu Rocha – Articulador do Setor Juventude do Regional Ne 2 (PE)

51. Renato Souza de Almeida, ex-membro da coordenação nacional da PJ e coordenação do Instituto Paulista de Juventude (SP)

52. Dalmo Cordova Coelho Filho, ex-coordenação da PJ na Arquidiocese de São Paulo, assessor de PJ e coordenação do Instituto Paulista de Juventude (SP)

53. Márcio Gomes Camacho, ex-coordenação da PJ Arquidiocese de São Paulo, Instituto Paulista de Juventude (SP)

54. Giselda dos Santos Braga, icm, coordenação do IPJ do Rio Grande do Sul (RS)

55. Mauro Costa Rodrigues – filósofo; mestre em educação pela UFMG e diretor executivo do Instituto Juventude Brasil (MG)

56. Paulo Mansan – Assessor da Pastoral da Juventude Rural (ES)

57. Maciel Cover – assessor da Pastoral da Juventude Rural (PB)

58. Edina Lima Cardoso, Arquidiocese de Goiânia, Rede Celebra e CAJU (GO)

59. Silvano S. da Silva - ex. Secretário Nacional da PJB (DF)

60. Francisco de Sousa (Chiquinho) ex. Secretário Nacional da PJMP (CE)

61. Maria Aparecida da Silva (Cidinha) - ex. Secretária Nacional da PJB (BA)

62. Carlos Marcelo - Sociólogo e Militante da PJMP (GO)

63. Givanildo Bonfim- ex. Secretário Nacional da PJMP (PR)

64. Ludimilla Aparecida Ex. Secretária Nacional da PJMP (GO)

65. Luana Tavares - Equipe Nacional de Serviços da PJMP (AL)

66. Redelson Tomaz – Assessor Nacional da PJMP (GO)

67. Leandro Dias – Militante da PJMP e coordenador Nacional da APNS (GO)

68. Luis Adriano Correa da Silva – Secretário do Setor Juventude Regional Ne 2 (PE)

69. Daniely de Barros Barbosa - engenheira eletricista, Coordenação Nacional da PJMP (RN)

70. João Carlos Nascimento da Silva, Assessor da PJMP, Olinda e Recife (PE)

71. Amanda Corrêa – ex-Secretária Nacional da PJE (RS)

72. Michele Vieira – militante da Pastoral da Juventude, assessora da Frente Parlamentar de Juventude da Assembléia Legislativa da Bahia (BA)

73. Beatriz Marins – militante da Pastoral da Juventude Rural

74. Adriano Brad – militante da Pastoral da Juventude Rural

75. Gilmar Andrade – assessor da Pastoral da Juventude Rural do Regional Ne3 (BA)

76. Simone Beatrice – militante da Pastoral da Juventude Rural (RS)

77. Letícia Melo - militante da Pastoral da Juventude Rural (RS)

78. Denise Pisone - militante da Pastoral da Juventude Rural (RS)

79. Isnar Viera Borges - militante da Pastoral da Juventude Rural (RS)

80. Silvia Azevedo Rosa – militante da Pastoral da Juventude Estudantil (MG)

81. Celso Santos – militante da Pastoral da Juventude Estudantil (SP)

82. André Bordignon – Assessor da Pastoral da Juventude – Campinas (SP)

83. Maicelma Maia – Pedagoga, articuladora das Pastorais da Juventude Bahia e Sergipe (BA)

84. Vânia Correia, jornalista, militante da Pastoral da Juventude da Diocese de Santo Amaro (SP)

85. Paulo Flores, jornalista, ex-Secretário Nacional da PJE (1993-1995), assessor de grupos de jovens, membro do Instituto Paulista de Juventude (SP)

86. Laine Chapada de Amorim, psicóloga, ex-Secretária Nacional da PJE (1997-1999) (SP)

87. Luis de Alencar- Assessor Pastoral da Juventude. Santo Amaro (SP)

88. Neide Pinto Santos – estudante de pedagogia UEFS, militante da Pastoral da Juventude (BA)

89. Susana Maia - ex secretária da coordenação nacional da Pastoral da Juventude, Instituto de Pastoral da Juventude Leste II (MG)

90. Joseane Araripe de Lima - militante da Pastoral da Juventude, Feira de Santana (BA)

91. Edvam Pinto Santos – PJ – Paróquia Imaculada Conceição, Feira de Santana (BA)

92. Sylla Pinto Santos – militante da Pastoral da Juventude, Feira de Santana (BA)

93. Helenilde Texeira da Silva – agente de pastoral – Arquidiocese de Feira de Santana (BA)

94. Leonardo Santana Marques – agente pastoral – Arquidiocese de Feira de Santana (BA)

95. Tiago Santos de Miranda – PJ Paróquia Sr. Do Bonfim, Feira de Santana (BA)

96. Sara Maria Santos de Miranda, Assessora da Pastoral da Juventude – Paróquia Sr. Do Bomfim, Feira de Santana (BA)

97. José Aniervson Souza dos Santos, Coord. Diocesano da Pastoral da Juventude/Diocese de Nazaré-PE, Presidente do Instituto de Protagonismo Juvenil/IPJ (PE)

98. Silas de Cássio, militante da Pastoral da Juventude – Diocese de Nazaré (PE)

99. Saulo de Tássio, militante da Pastoral da Juventude – Diocese de Nazaré (PE)

100. Jadeilson Gomes, Secretário Regional da Pastoral da Juventude Regional NE3 (BA)

101. Sale Mário Gaudêncio, Bibliotecônomo, Assessor da PJMP, diocese de Mossoró (RN)

102. Clayton Antônio de Miranda Oliveira, Assessor da PJMP Regional Ne 2, Mossoró (RN)

103. Cláudia Regina de Santana, militante da PJMP, Parnamirim (RN)

104. Walter Severiano da Silva Filho, militante da PJMP, Parnamirim (RN)

105. Adriana Elias da Silva, Assessora da PJMP, Natal (RN)

106. Telma Rodrigues da Silva, militante da PJMP, Natal (RN)

107. Lauro Costa Junior, Prof. de Ed. Física, Comissão Regional NE2 PJMP, Parnamirim (RN)

108. Ronaldo Monteiro Cerqueira - Assessor da PJ Regional 2 - Diocese de Nova Iguaçu-RJ

109. Jair Alves Costa – assessor da Pastoral da Juventude (BA)

110. Ranier do Nascimento Silva, Assessor da PJMP, Macaíba (RN)

111. Maria da Conceição Oliveira, Secretária do Setor Juventude da Arquidiocese de Natal, (RN)

112. Italo Agra de Oliveira Silva - Assessor da PJMP, Palmares (PE)

113. Ricchard Rocha Santos - Militante da PJMP, Palmares (PE)

114. Naiade Soares de Souza- Militante da PJ, Tanquinho (BA)

115. Marcelo Henrique Alves de Souza, Assessor da Juventude Salesiana, Natal (RN)

116. Daniele Francelino Laurentino, Assistente Social, Assessora da PJMP, Parnamirim (RN)

117. Mariza Campos de Oliveira, Militante da PJMP, Parnamirim (RN)

118. Sonia Maria da Silva, Assessora da PJMP, Parnamirim (RN)

119. Maria Verônica Avelino, Assessora da JUFRA, Natal (RN)

120. Daniele Francelino Laurentino, Assistente Social, Assessora da PJMP, Parnamirim (RN)

121. Josenildo Vicente - Comissão Regional NE2 PJMP, Palmares (PE)

122. Edgar Mansur - Ex. Secretário das PJs MG e ES, Instituto de Pastoral de Juventude-Betim (MG)

123. Paulo Olher - PJ Diocese de Oliveira - Campo Belo (MG)

124. Romeu Júnio de Bessa - PJ Diocese de Divinópolis (MG)

125. Neylane Fagundes - PJ Diocese de Araçuaí, Itaobim (MG)

126. Cristiana Aparecida- Ex. Coordenação Nacional da PJ, Teófilo Otoni (MG)

127. Carlos - PJ Diocese de Governador Valadares (MG)

128. João Paulo Furtado de Oliveira - PJ Diocese de Caratinga, Mutum (MG)

129. Rodrigo Bramusse - PJ Diocese de Itabira Cel. Fabriciano (MG)

130. Milton Lacerda - Assessor leigo PJ Diocese de Itabira e Cel. Fabriciano (MG)

131. Ítalo José Pires Cruz - PJ Diocese de Guanhães, Dom Joaquim (MG)

132. Jean Stefferson Pereira - PJ Diocese da Campanha, Três Corações (MG)

133. Alexandrina de Fátima Reis Silva - PJ Diocese da Campanha, Varginha (MG)

134. André Nogueira Guimarães - PJ Diocese de Patos de Minas, Patos de Minas (MG)

135. Vinicius Mendes Ventura - PJ Diocese de Leopoldina (MG)

136. Sidney Ferreira da Silva - PJ Diocese de Januária (MG)

137. Elis Viana - PJ Arquidiocese de Montes Claros (MG)

138. Padre Simão - PJ Diocese de Paracatu, Unaí (MG)

139. Josiele Soares Ruas Madureira - Centro Marista de Juventude, Montes Claros (MG)

140. Glaucia Maria de Oliveira – Instituto de Pastoral de Juventude Leste II, Belo Horizonte (MG)

141. Miguel Arcanjo de Assis - Instituto de Pastoral de Juventude Leste II, Belo Horizonte (MG)

142. Renata Rodrigues Ferreira - Instituto de Pastoral de Juventude J Leste II, Belo Horizonte (MG)

143. Gustavo Araújo Mafalda - Pastoral da Juventude Estudantil, Curvelo (MG)

144. Ricardo Palitot Antas - PJ diocese de Uberlândia, Uberlândia (MG)

145. Thalita Cândida Oliveira - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte, Belo Horizonte (MG)

146. Adriano Mendes de Pinho - PJ Arquidiocese de Itabira Cel. Fabriciano, Ipatinga (MG)

147. Rafaela Goltara Souza - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves (MG)

148. Ronaldo Aparecido Luiz - PJ Belo Horizonte, Ribeirão das Neves (MG)

149. Pe. João Carlos Siqueira - Dep. Estadual, Belo Horizonte (MG)

150. Mesias Moises Veríssimo - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte (MG)

151. Ir. Joérica Oliveira - PJ Arquidiocese de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves (MG)

152. Weber Lopes Pereira, PJ Diocese de Itabira Cel. Fabriciano, Ipatinga (MG)

153. Victor Hugo Martins - PJ Diocese de Itabira Cel. Fabriciano, Ipatinga (MG)

154. Bruna Monalisa - PJ Diocese de Mariana, Ouro Preto (MG)

155. César Augusto Fernandes Silva - PJ Arquidiocese Belo Horizonte, Betim (MG)

156. Francisco de Paulo Luciano Araújo - PJ Diocese de Guaxupé, Paraguaçu (MG)

157. Ir. Luciana Vinicius de Souza - Ir. Dominicanas, Belo Horizonte (MG)

158. João Carlos Nascimento da Silva, Assessor da PJMP, Olinda e Recife (PE)

159. Verônica de Melo Rodrigues da Silva, Militante da PJMP, Olinda e Recife (PE)

160. Rodrigo Correia de Lima, Ex-Assessor Diocesano da PJMP, Olinda e Recife (PE)

161. Enildo Luiz Gouveia, Assessor da PJMP, Olinda e Recife (PE)

162. João Carlos, Ex-Assessor Diocesano da PJMP, Olinda e Recife (PE)

163. Gilson Jorge da Silva - Assessor da PJMP, Olinda e Recife (PE)

164. Deisy Rocha Farias – militante da Pastoral da Juventude (BA)

165. Bruna Rafaella de Lima Santos - Secretária Regional NE2 PJMP, Olinda (PE)

166. Sérgio Rogério Oliveira - Assessor Diocesano da PJMP, União dos Palmares (AL)

167. Francisco Crisóstomo (Thiesco) – Secretário da PJ, Diocese de Marabá (PA)

168. Arleth de Jesus Fiel Gonçalves – Militante da Pastoral da Juventude (PA)

169. Pâmela Grassi – militante da Pastoral da Juventude (RS)

170. Catiane A. Lima – militante da Pastoral da Juventude, Feira de Santana (BA)

171. Antonio B. Bizerra – agente de pastoral, Arquidiocese de Feira de Santana (BA)

172. Nailtom Santos – militante da Pastoral da Juventude, Feira de Santana (BA)

173. Guilherme Monteiro Cerqueira, professor, Coordenação Nacional da PJMP, RJ

174. Renato Ferreira Cordeiro - Assessor da PJ Regional 2 - Diocese de Nova Iguaçu (RJ)

175. Liége Santin - PJ Diocese de Chapecó (SC)

176. Franciele Santin - PJ Diocese de Chapecó (SC)

177. Pedro Caixeta Cabral - Assessor Regional da PJ - Diocese de Anápolis (GO)

178. Paula de Almeida Ferreira - Coordenação Diocesana da PJMP - Nova Iguaçu (RJ)

179. Ana Cácia Santos- Secretária Regional da PJMP NE 3 (SE)

180. Ulisses Willy Rocha de Moura- Assessor da PJMP (SE)

181. Sanadia Gama dos Santos- Assessora da PJMP (SE)

182. Rodrigo Szymanski, militante da Pastoral da Juventude, Diocese de Criciúma (SC)

183. Elena Casagrande - Assessora Regional da Pastoral da Juventude (SC)

184. Clivonei José Roberto, PJ da Arquidiocese de Ribeirão Preto, ex-membro da coordenação nacional da PJ (SP)

185. Maricelis Santana dos Reis, coordenação da PJ na Diocese de Santo Amaro (SP)

186. Rita de Cássia Cardoso, coordenação da PJ na Diocese de Santo Amaro (SP)

187. Helder Gomes do Santos, Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Paulo (SP)

188. Cleidiana Lima Viana, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

189. Dilson Nascimento Cruz, Pastoral da Juventude de Duque de Caxias (RJ)

190. Iracy Gomes professora, militante das Pastorais Sociais e professora

191. Vitor Hugo da Silva Ramos, Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Paulo (SP)

192. Antônio Carlos Pereira da Silva, Pastoral da Juventude da Arq. de São Paulo (SP)

193. Eurivaldo Ferreira, Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Paulo (SP)

194. Deyse Fabiana Brumatti, Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Paulo (SP)

195. Fabiana Bezerra Nogueira, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

196. Cristiane Silva Anjos, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

197. Dayane Karla Silva anjos, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

198. Adriano da Silva Martins, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

199. Dehon Santos Silva, Pastoral da Juventude da Diocese de Campo Limpo (SP)

200. Valéria Marques Mendes, coordenação regional da PJ em São Paulo, pedagoga (SP)

201. Marcelo Henrique Picolo Naves, ex-coordenação da Pastoral da Juventude São Paulo e coordenação do Instituto Paulista de Juventude (SP)

202. Fernanda Cristina Segalin, Coordenação Diocesana da PJ - Diocese de Chapecó (SC)

203. Camila Vicente Bonfim – bióloga (SP)

204. Carla Saadia Oliveira Moreira – Assessora da PJ Salvador (BA)

205. Bruno Conceição – Equipe de comunicação da PJ Salvador (BA)

206. Jaqueline Daiane Calmon – Secretaria executiva da PJ Salvador (BA)

207. Jaciara Pires - Educadora Social (DF)

208. Eder Francisco da Silva – estudante de engenharia ambiental, assessor da PJ (SP)

209. Elisandro Rodrigues - militante da PJ (RS)

210. Edivane Rodrigues - assessora da PJ (RS)

211. Giuliano Amaro Silva da Silva - militante da PJ (RS)

212. Giancarlo Silva da Silva - militante da PJ (RS)

213. Daniela Coelho da Silva - Grupo Shekinah - Paróquia São José - Gravataí (RS)

214. Virginia Vigano - Coordenação PJ Caxias do Sul (RS)

215. Niumar Ampese - Militante PJ (RS)

216. Rafael Barros - Vicariato de Canoas (RS)

217. Marina Berton - Coordenação PJ Erexim (RS)

218. Mateus Lesina - Coordenação PJ Santa Maria (RS)

219. Ciana Pessoa - Coordenação PJ Caxias do Sul (RS)

220. Joel Picoli - Coordenação PJ Passo Fundo (RS)

221. Aline Gayeski - Coordenação PJ Passo Fundo (RS)

222. Jéferson Cristhian - Coordenação PJ Canoas (RS)

223. Gisele da Rosa - Coordenação PJ Canoas (RS)

224. Sabrina de souza - militante PJ (RS)

225. Renata Zanella - assessora PJ Porto Alegre (RS)

226. Frei Patricio Sereta - assessor PJ Porto Alegre (RS)

227. Thiago dos Santos Rodrigues - PJ Porto Alegre (RS)

228. Leonardo Rodigheri - Coordenação PJ Passo Fundo (RS)

229. Meir Pinheiro - Grupo de Jovens da PJ Passo Fundo (RS)

230. Betyna Preischardt - Coordenação PJ Santa Maria (RS)

231. Fabricio Elias de Oliveira Alves - Assessor PJ (ES)

232. Maicon André Malacarne - Assessor PJ Passo Fundo e Erexim (RS)

233. Odair Camatti - PJ (RS)

234. Sérgio Lima Lacerda - Assessor PJ (ES)